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Estado de S. Paulo |
Executivos adotam idioma inglês por Paulo P Sanchez*
A mudança das regras do jogo na economia impõe transformações no perfil dos empresários: buscar forma efetivas de integrar-se ou correr o risco de ficar fora da corrida. Brasil em baixa - O inglês é o idioma oficial no mundo dos negócios e, apesar da sua incorporação ao marketing das empresas nos anos 90, no Brasil ainda é muito baixo o número de executivos que dominam um segundo idioma. A entrada no mercado internacional, para muitos, ainda é, portanto, um objetivo distante. Para empresas e executivos que precisam do domínio deste idioma como forma de integração vale lembrar que seus futuros investimentos também devem passar por ajustes que priorizem melhores resultados: 1. Planejar, determinar uma política de treinamento eficiente, priorizar o investimento e selecionar os melhores fornecedores são prerrogativas para bons resultados. 2. Selecionar escolas de idiomas é uma tarefa difícil. É bom lembrar, entretanto, que serviços são prestados por pessoas e que, portanto, tecnologia, vídeos e computadores apenas complementam o aprendizado. A qualidade e o atendimento são, na realidade, as pessoas. Quanto mais parceira for a escola menor será o uso do tempo dos colaboradores na empresa, mais eficiente o controle e maior o retorno do investimento. Custo é
problema - As empresas acham que economizam nas aulas em grupo,
afinal, quanto mais alunos por grupo, menor o custo por aluno.
Em compensação, mais alunos por grupo significa
maior duração de curso e, consequentemente, menor
produtividade. Custo só serve de parâmetro se comparado
aos benefícios, à produtividade e proporcionalmente
à duração do curso. Enquanto o treinamento
de idiomas for decidido com telefonemas para algumas escolas
e com a indicação, ao lado, do preço de
cada uma delas, pouco vai mudar. * Paulo P. Sanchez é sócio fundador da BRIDGE® Inglês Personalizado e consultor diretor do Projeto BIRD de consultoria & gestão estratégica em idiomas |
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