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em Síntese |
Dominar outro idioma é uma necessidade profissional
Good night, of course, yes, well, very good, são algumas das palavras que o telespectador da novela do horário nobre da Rede Globo se acostumou a ouvir. A cidade de Greenville sobrevive no imaginário do povo brasileiro, conhecido pela sua identificação com personagens fictícios. A sátira fica por conta do uso exagerado dessas expressões, a ponto do telespectador às vezes não conseguir acompanhar a trama por não entender o significado de algumas delas. Vai longe o tempo em que aprender um segundo idioma era coisa para poucos, incluindo-se aí profissionais que, por exigência de mercado, tinham a necessidade de falar outra língua. Hoje, exigir um bom conhecimento de inglês de seus colaboradores é prática corriqueira em qualquer empresa que tenha efetiva preocupação com seu crescimento e que deseja manter seu lugar no mercado. "A crescente internacionalização dos mercados já levou as nações a adotarem o inglês como principal idioma em conferências e transações comerciais" informa Paulo P. Sanchez, presidente da Bridge Sistema de Inglês Personalizado. Mas hoje a exigência não se limita apenas ao conhecimento da língua, o conhecido ler e escrever. O mercado atualmente considera requisito básico no momento da contratação que o candidato domine o inglês e, se possível, conheça uma terceira língua. É inegável
que a globalização fez com que a procura pelo aprendizado
de uma outra língua seja maior. Um segundo idioma incorporou-se
tanto no marketing dos anos 90 que, quando se trata de executivos,
independentemente de sua atividade, as empresas já o exigem
de imediato. Muitas vezes um segundo idioma, segundo Sanchez,
significa um salário até 70% superior. Isso demonstra
que, tanto para as empresas como para seus colaboradores, o domínio
de idiomas significa desenvolvimento, crescimento e, acima de
tudo, não perder seu lugar no bonde da globalização.
O que tem ocorrido em algumas empresas é a realização
de uma parceria com seus funcionários visando prepará-los
para o mercado. Preço, qualidade, competência, atendimento,
entre outros, são itens a serem analisados em um processo
de parceria, uma vez que a empresa tem como prioridade proporcionar
um novo benefício aos profissionais. Para Sanchez, da
Bridge, a empresa que decidir investir nessa área deve
planejar esse investimento. A Bridge oferece programas de treinamento aos executivos, seu público alvo, integrando vários cursos. Sanchez explica que cada programa é desenvolvido sob medida, levando em conta a integração do ambiente profissional, pessoal, cultural e social de cada aluno. "Todos os cursos são voltados à comunicação", complementa Sanchez. Ele conta ainda que, na Bridge, se trabalha com índices de produtividade para determinar a duração de cada curso, o chamado IPE - Índice de Participação Efetiva. O IPE é um dado estatístico que indica quantas horas os alunos da Bridge levaram, desde 1986, para terminar seus cursos, de acordo com o número de integrantes por grupo. A Bridge oferece, também, um programa empresarial com estudos de casos, o chamado Enterprise Games, desenvolvido para complementar e dar suporte a projetos corporativos... |
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